The Legend of Zelda Gameplay mostra jogo infinito

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A Nintendo lançou um novo trailer de jogabilidade para The Legend of Zelda: Tears of the Empire que prova que o novo jogo da série será interminável.

Por dez minutos, o produtor Eiji Aonuma apresentou as novas mecânicas e melhorias para Breath of the Wild, mostrando especificamente como a criatividade continua sendo uma parte central da experiência.

Um bom exemplo disso são os novos poderes que Link poderá usar quando retornar a Hyrule em maio.

O primeiro é chamado de “Recall”, que permite ao herói fazer certas coisas no tempo.

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Por exemplo, através desta nova função torna-se possível explorar algumas ilhas voadoras espalhadas pelo mapa.

Pelo que é mostrado, o jogador verá pedras caindo dessas estruturas flutuantes, quando se recuperar poderá fazer o contrário e ir em direção às nuvens.

No entanto, Aonuma aponta que não é o único caminho a percorrer, pois parte da diversão de Tears of the Kingdom é experimentar e explorar outros caminhos.

Fusão e armas de hacking

Um novo recurso está chegando para corrigir uma das maiores reclamações sobre Breath of the Wild: hacking de armas.

Pelo que foi mostrado, o novo jogo dará continuidade a esse polêmico recurso, mas além de atrapalhar essa mecânica e adicionar novos recursos.

O recurso Fuse permite que Link combine todas as suas armas com outros itens em seu inventário ou espalhados pelo mapa.

E é aí que começamos a ver o potencial infinito do novo Legend of Zelda.

Da mesma forma que o herói parece fundir um bastão com pedra para formar um grande e poderoso manto, também temos um galho com raios.

Flechas com elementos de gelo ou colírio e até um escudo com cogumelos. E como você pode imaginar, isso muda tudo.

Em primeiro lugar, porque o resultado dessa combinação é uma arma mais durável que o equipamento original.

Enquanto o mastro é destruído em três ou quatro golpes, após encontrar uma grande pedra na ponta ele se torna mais resistente e também mais poderoso.

Causando mais dano.

Além disso, temos combinações que aumentam o alcance do acerto ou aumentam o dano base dos ataques.

Por exemplo, no caso de um escudo de cogumelo, isso cria uma cortina de fumaça que confunde o inimigo e pode ser usada como parte de suas táticas de voo ou combate.

Apesar disso, Tears of the Empire retém uma parte importante da exploração de Breath of the Wild, expandindo o saque experimental.

E ignorando as críticas daqueles que pensavam que era muito ruim mudar de marcha toda vez.

Como resultado, as possibilidades muitas vezes são infinitas e dependem apenas da imaginação do jogador.

Ultra mão e sucesso de imaginação

Outra novidade desta linha é o Ultra Hand.

Esta é uma nova habilidade que Link tem em seu braço agora tatuado que lhe permite conectar diferentes objetos na paisagem e criar uma espécie de supercola.

Aonuma demonstra o novo recurso combinando várias armas para construir uma jangada que lhe permite atravessar um rio.

Segundo ele, este é um exemplo de como os jogadores podem usar o ambiente para resolver quebra-cabeças ou até mesmo ajudá-los a explorar o mapa ou enfrentar inimigos.


*Fonte de pesquisa: autoral

Continuando com a análise das novas mecânicas em The Legend of Zelda: Tears of the Empire, é impossível não mencionar a importância da interação com o ambiente. A Nintendo sempre foi conhecida por criar mundos ricos e detalhados, e neste novo título, essa tradição se expande de maneiras inovadoras. A habilidade Ultra Hand não é apenas uma ferramenta; é uma manifestação do que significa ser um verdadeiro herói em Hyrule. Link agora pode manipular objetos de maneiras que nunca foram vistas antes, permitindo que os jogadores criem soluções únicas para os desafios que encontram.

Além de construir jangadas e outras estruturas, a Ultra Hand também possibilita a criação de armadilhas e mecanismos complexos. Imagine, por exemplo, um cenário em que Link se depara com um grupo de inimigos. Em vez de enfrentá-los diretamente, os jogadores podem usar a Ultra Hand para montar uma catapulta improvisada, lançando pedras ou outros objetos contra os adversários. Esse tipo de pensamento criativo é incentivado e recompensado, proporcionando uma experiência de jogo que promove a inovação e a experimentação.

A diversidade dos ambientes também merece uma menção especial. Tears of the Empire não se limita a florestas e montanhas; os jogadores poderão explorar desertos, cavernas subaquáticas e até regiões com ambientes climáticos extremos. Cada área oferece novos desafios e oportunidades para utilizar as habilidades adquiridas. A combinação de exploração ambiental com a criatividade do jogador resulta em um ciclo de feedback positivo, onde cada descoberta leva a novas experiências e desafios.

Outro aspecto fascinante é a introdução de novos NPCs (personagens não jogáveis) que habitam Hyrule. Cada um deles traz histórias e missões que podem ser abordadas de várias maneiras, dependendo das escolhas do jogador. Isso não apenas enriquece o enredo, mas também permite que cada jogador tenha uma experiência distinta baseando-se em suas interações. A narrativa se torna uma tapeçaria viva, em constante transformação com cada decisão tomada.

A música e a arte visual continuam a ser pilares fundamentais da série. Tears of the Empire traz uma trilha sonora envolvente que se adapta ao ambiente e às ações do jogador. Essa imersão sensorial é crucial para criar uma atmosfera que faz com que os jogadores se sintam verdadeiramente parte do mundo de Hyrule. As ilustrações artísticas que cercam a aventura são vibrantes e detalhadas, fortalecendo ainda mais a conexão emocional com a narrativa.

Com todos esses elementos, é evidente que The Legend of Zelda: Tears of the Empire não é apenas uma continuação de uma franquia amada, mas um passo audacioso em direção ao futuro do design de jogos. A capacidade de criar um jogo que seja, ao mesmo tempo, expansivo e pessoal é uma conquista significativa. Ao permitir que os jogadores explorem suas próprias abordagens, a Nintendo estabelece um novo padrão para a liberdade e a criatividade no mundo dos videogames. Em suma, este novo capítulo promete não apenas entreter, mas também inspirar a próxima geração de aventureiros em Hyrule.

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