Homem perde 2000 reais em golpe com Iphone 11 “barato”

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Um homem de 30 anos perdeu 2.000 litas num esquema de venda de telemóveis a metade do preço.

O valor foi repassado para alguém que anexou um iPhone 11 com 64GB de armazenamento interno.

Que na verdade é fruto de um negócio deficitário que vende smartphones pelo Instagram.

Imagens de supostos clientes e depoimentos positivos na rede social como golpe para transportar a vítima pelo Pix.

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Além da empresa alegar fazer parte de um golpe que diz fazer entrega no Brasil. No Instagram.

O perfil, que tinha mais de 11 mil seguidores, trazia nome, garantia e uma empresa que se fazia passar por revendedor autorizado da Apple.

O golpe começou nas redes sociais, mas mudou para o WhatsApp depois que a vítima foi surpreendida por um pedido anterior dito ser uma medida de segurança.

Eles relutaram em enviar o motoboy para buscar o aparelho ou combinar um horário de coleta, mas, apesar disso, a transferência foi feita após o responsável.

Pela suposta venda ter dito que o smartphone seria entregue à tarde. Mesmo dia.

Mas o tempo passou e nenhuma confirmação veio. No entanto, descobriu-se que a vítima bloqueou o mensageiro e o golpista não respondeu.

No entanto, ele continuou respondendo e falando sobre a venda de celulares com outros números usados ​​pela vítima.

E novamente rejeitou a oferta de compra para retirar o aparelho na suposta sede da empresa, em Campinas (SP).

O valor do Real Madrid de $ 2.000 que discutimos está muito abaixo do valor de mercado.

Com uma busca rápida, você encontra o iPhone 11 de 64 GB em lojas de departamento a partir de R$ 3.000;

A Apple não vende mais oficialmente o modelo, mas apenas o smartphone versão 12 em seu site oficial;

O modelo mais barato disponível é o iPhone SE, com preços a partir de US$ 4.299.

O site saiu do ar após ser divulgado na grande mídia nacional, mas a vítima de São Vicente (SP) ainda não conseguiu o dinheiro de volta.

Ele afirma ter registrado boletim de ocorrência e comprado um celular para um amigo que mora no Rio de Janeiro (RJ);

A polícia investiga o caso e informa que já está em contato com o homem para obter mais informações.


*Fonte de pesquisa: G1

A situação enfrentada pelo homem de 30 anos ilustra perfeitamente a vulnerabilidade dos consumidores em um mundo cada vez mais digital. O golpe com a venda de um iPhone 11 “barato” é um alerta sobre os riscos associados às transações online, especialmente em plataformas que, à primeira vista, podem parecer seguras e confiáveis. A utilização de redes sociais, como o Instagram, para perpetrar fraudes tem se tornado uma tática comum entre golpistas, que aproveitam a credibilidade que essas plataformas parecem oferecer.

Os criminosos não apenas criam perfis atrativos, mas também investem tempo na construção de uma imagem de confiança. O uso de fotos de clientes satisfeitos e depoimentos positivos é uma estratégia bem elaborada, que visa desarmar a desconfiança de potenciais vítimas. Muitas vezes, as pessoas se sentem mais à vontade em realizar transações quando veem que outras já foram atendidas, mesmo que essas interações sejam fabricadas. Essa manipulação psicológica é uma das armas mais poderosas que os golpistas têm à disposição.

Além disso, a movimentação para o WhatsApp é uma tática que visa afastar a vítima de qualquer controle ou supervisão que possa existir nas redes sociais. No WhatsApp, a comunicação é mais direta e pessoal, o que pode criar uma falsa sensação de segurança. A vítima, ao receber mensagens que parecem urgentes ou que prometem uma “medida de segurança”, pode ser levada a agir rapidamente, sem pensar muito nas consequências. Assim, a pressa e a ansiedade se tornam aliadas dos golpistas.

Após a transferência de R$ 2.000, a frustração e a decepção tomaram conta do homem, que esperava receber seu novo smartphone. O fato de o golpista ter bloqueado a comunicação foi o ponto culminante de um golpe que, até então, parecia uma simples transação comercial. O desaparecimento do vendedor, juntamente com a falta de qualquer comunicação, é o que realmente evidencia a fraude que estava em curso. É aqui que se torna evidente o quanto esse tipo de golpe pode impactar na vida das vítimas, não apenas financeiramente, mas emocionalmente.

As consequências de um golpe como esse vão além do valor perdido. A experiência de ser enganado pode levar a um estado de desconfiança em relação a futuras compras, gerando um efeito cascata que pode afetar o comportamento do consumidor a longo prazo. As pessoas podem se tornar mais cautelosas, hesitantes em aproveitar oportunidades que podem parecer vantajosas, mas que, em essência, são arriscadas.

Diante disso, a Polícia já está investigando o caso e, embora as chances de recuperar o dinheiro possam ser pequenas, é crucial que a vítima tenha tomado a iniciativa de registrar um boletim de ocorrência. Esse passo é fundamental não apenas para sua própria proteção, mas também para ajudar as autoridades a identificar padrões e, quem sabe, desmantelar redes de golpistas que operam em larga escala. A colaboração entre as vítimas e as forças de segurança é uma peça chave na luta contra esse tipo de crime.

Além de registrar a ocorrência, a vítima também deve considerar informar o banco ou a instituição financeira utilizada para a transação. Muitas vezes, é possível bloquear ou reverter pagamentos realizados por meio de plataformas como o Pix, especialmente se a operação tiver ocorrido de maneira fraudulenta. Essa é mais uma camada de proteção que os consumidores devem estar cientes ao realizar compras online.

Por fim, a disseminação de informações sobre golpes e fraudes é vital. Compartilhar experiências e alertar amigos e familiares sobre as armadilhas da internet pode ajudar a prevenir que outros caiam nas mesmas armadilhas. A educação financeira e digital é uma ferramenta poderosa na proteção contra fraudes, e todos devem estar conscientes dos riscos que correm em um ambiente virtual. O caso do homem que perdeu R$ 2.000 se torna, assim, não apenas uma história de perda, mas um apelo à vigilância e à solidariedade entre consumidores.

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